Seguranças da Record entraram na sede de “A Fazenda 18” na madrugada desta terça-feira (20) para conter uma confusão entre Ana Bruna Avila e Mônica Fonseca. Ana Bruna carregava uma jarra de vidro cheia de água e dizia que queria molhar a cama de Catherine Boscoy, em resposta ao cocô de cavalo que havia sido jogado em sua cama na baia.

Eu ainda estava no almoço na Praia das Maçãs, em Sintra, Portugal, quando vi a cena e quase pedi um balde para acompanhar. Porque uma coisa é reality show, outra é transformar o quarto em zona de guerra com jarra de vidro, água e cama usada como campo de retaliação.

Mônica tentou impedir a entrada da rival no quarto do reality

Ana Bruna tentou entrar no dormitório, mas Mônica se posicionou na passagem e afirmou que não deixaria a rival passar. “Só vou fazer jus ao que fizeram na cama”, justificou Ana Bruna, insistindo que queria revidar Catherine.

Eu deixei o garfo na mesa e pensei: ninguém ali estava discutindo estratégia de jogo. Era cocô de cavalo, água, colchão e gente gritando por produção. A Fazenda virou uma espécie de condomínio em colapso, só que com câmeras gravando cada descontrole.

No meio da tentativa de entrar no quarto, Ana Bruna acusou Mônica de segurá-la. “Não pega na minha mão. Cê tá louca? Não vai encostar em mim!”, reclamou. Mônica negou ter tocado na adversária, enquanto Franciele Almeida pediu que as duas evitassem qualquer contato físico.

Eu acho ótimo que a produção tenha colocado os ninjas na porta, porque jarra de vidro não é acessório de discussão. A presença da segurança serviu justamente para impedir que uma vingança de colchão virasse uma situação muito mais séria.

Ariela Carasso tomou partido de Ana Bruna e também alegou que teve a mão presa na porta. Já Mônica pediu que os seguranças retornassem depois da saída deles, dizendo se sentir ameaçada pela rival, que estava com um copo nas mãos. As acusações de contato físico devem ser analisadas pelas imagens do programa.

Seguranças da Record entraram na sede para conter a confusão

Enquanto as amigas comentavam o almoço, eu só conseguia pensar que nenhuma cama merece tanta humilhação. Primeiro, cocô de cavalo. Depois, ameaça de jarra d’água. Se a produção não impuser um limite muito claro, daqui a pouco vai precisar distribuir capacete, colete e manual de convivência.

https://twitter.com/Dantinhas/status/2112438603838275850