A governadora do Distrito Federal e candidata à reeleição, Celina Leão (PP), descartou a privatização do Banco de Brasília (BRB) e afirmou que a instituição financeira não corre risco de falência, durante sabatina realizada nesta quinta-feira (1º/10).

Ao rechaçar a venda do banco, Celina destacou a preservação de 6 mil famílias e declarou que trabalhará para manter o BRB como uma instituição regional. A governadora também afirmou que sempre se posicionou de forma contrária às negociações com o Banco Master e garantiu que desfaria as tratativas caso seja eleita.

Celina rebateu críticas de adversários políticos, apontando que integrantes do PT e do PSB atacam a instituição há nove meses sem apresentar soluções junto ao Palácio do Planalto. "Se não quebrou antes das eleições, não vai quebrar depois", declarou a candidata sobre a estabilidade do banco distrital.

Durante a entrevista, a candidata respondeu sobre a aquisição de um embrião bovino ligado a um empresário de transportes, explicando ter comprado uma fração em consórcio durante leilão público. Ela também rebateu acusações sobre contratos da empresa de seu marido com o governo local, assegurando que as atividades dele são estritamente privadas e respaldadas por notas fiscais.

Questionada sobre a adesão do PSD à sua campanha após o Tribunal Superior Eleitoral barrar a candidatura de José Roberto Arruda, Celina considerou o apoio um movimento natural entre legendas. A rodada de entrevistas também ouviu nesta quinta-feira os candidatos Ricardo Cappelli (PSB), Leandro Grass (PT), Kiko Caputo (Novo) e Paula Belmonte (PSDB), a três dias da votação de primeiro turno no domingo (4/10).